Na prática da Dra. Catarina Schiavo, cardiologia e BioFAO formam um acompanhamento único com duas dimensões: a base é a avaliação e o tratamento cardiológicos convencionais, idênticos para todos os pacientes; a camada complementar entra para quem a escolhe, em decisão construída em consulta. Nada da base muda — consultas, exames e medicações seguem pelos critérios clínicos — e a metodologia se soma com a leitura de conjunto que propõe, conduzida pela mesma médica que cuida do coração.
Quando uma cardiologista integra uma metodologia complementar à própria prática, a pergunta natural é: como as duas coisas caminham juntas? A resposta, no consultório da Dra. Catarina Schiavo, é um desenho simples e sólido — a cardiologia como base, a BioFAO como camada que se soma para quem a escolhe. Este artigo mostra como essa convivência funciona no dia a dia do cuidado.
Um acompanhamento, duas dimensões
A imagem que melhor descreve a integração é a de um acompanhamento único com duas dimensões. A primeira é a cardiologia de sempre: escuta, histórico, fatores de risco, exame clínico, exames quando indicados e o tratamento que o quadro pedir. A segunda, opcional, é a camada complementar: a leitura de conjunto proposta pela metodologia, com condutas individualizadas que caminham ao lado do cuidado convencional.
O que torna o desenho especial é que as duas dimensões vivem na mesma médica. Não há fragmentação, não há um profissional que ignora o que o outro faz: a mesma pessoa que interpreta o seu ecocardiograma conduz, se você quiser, a camada complementar — cada dimensão informada pela outra.
Integração, aqui, não é uma palavra de marketing: é a descrição literal de um acompanhamento em que a base convencional e a camada complementar são enxergadas juntas, pela mesma médica, na mesma história.
A ordem do cuidado
Todo acompanhamento começa pela avaliação cardiológica completa — é ela que estabelece o desenho do cuidado: o que o quadro pede, quais exames fazem sentido, que tratamento entra, que metas acompanhar. Essa base se sustenta sozinha e é idêntica para todos os pacientes, com ou sem interesse na metodologia.
A camada complementar entra depois, quando o paciente traz o interesse: a Dra. Catarina apresenta como a metodologia funcionaria naquele caso específico, e a decisão amadurece em conjunto. É uma ordem que protege o que importa e dá liberdade ao restante — primeiro a base, depois a escolha.
O que não muda no seu acompanhamento
Para quem inclui a camada complementar, a lista do que permanece intacto é a parte mais tranquilizadora:
- as consultas e reavaliações cardiológicas seguem no ritmo definido pelos critérios clínicos;
- os exames indicados continuam acontecendo normalmente;
- as medicações seguem exatamente como prescritas — qualquer ajuste é decisão de consulta, pelos critérios da cardiologia;
- as metas do cuidado — pressão, colesterol, glicemia, hábitos — continuam as mesmas, medidas do mesmo jeito.
Vale sublinhar o item das medicações, porque é o que mais tranquiliza quem já faz tratamento: remédio de pressão, anticoagulante, estatina — tudo segue rigorosamente como está. A camada complementar não toca nessa esfera; ela pertence à consulta e aos critérios clínicos, hoje e sempre.
Em outras palavras: você não abre mão de nada. A camada complementar é acréscimo puro — e é justamente por não disputar espaço com a base que ela pode conviver com o cuidado do coração com tanta naturalidade.
O que se acrescenta
Do lado do que se soma, a proposta da metodologia — na descrição do instituto que a desenvolve — é um espaço estruturado de leitura do conjunto: a história, o momento de vida, os hábitos, o contexto emocional e físico de cada pessoa, organizados numa conduta complementar individualizada.
Para a Dra. Catarina, esse espaço enriquece a relação de cuidado: os retornos ganham uma dimensão a mais de conversa, o acompanhamento passa a enxergar movimentos que uma consulta pontual nem sempre alcança, e o paciente ganha um lugar estruturado para o que costuma ficar espalhado — aquilo que ele sente que importa, mas que não sabia onde contar.
Na prática dos retornos, esse olhar se traduz em perguntas simples e humanas: como foi o período desde a última conversa? O que mudou na rotina, no sono, no trabalho, na vida? O que os números do coração dizem — e o que a pessoa por trás deles sente? É desse cruzamento que a leitura de conjunto se alimenta, encontro após encontro.
Como a decisão acontece
A entrada da camada complementar segue um ritual simples de decisão compartilhada. O interesse parte de você — seja porque conheceu o tema por aqui, seja porque ouviu falar e quer entender. Na consulta, a Dra. Catarina explica como o acompanhamento funcionaria no seu caso: o que seria proposto, com que frequência, o que observar ao longo do tempo.
Da conversa nasce a escolha — sua, sem pressa e reversível. Quem decide incluir começa; quem prefere esperar, espera; quem decide parar, para, sem nenhum efeito sobre o restante do cuidado. As dúvidas mais comuns sobre a metodologia têm um artigo inteiro dedicado a elas.
O acompanhamento ao longo do tempo
Com as duas dimensões em andamento, o acompanhamento ganha um ritmo próprio: os retornos cardiológicos seguem o calendário clínico, e a camada complementar acompanha junto, com a leitura de conjunto sendo refinada a cada encontro. O que foi proposto tem registro, o que está sendo observado tem nome, e as duas dimensões são revisitadas com a mesma seriedade.
Esse é, aliás, um dos ganhos práticos de conduzir tudo com a mesma médica: nada se perde entre consultórios. Um sintoma novo, um exame que chegou, uma mudança de rotina — tudo entra no mesmo quadro, e as decisões de cada dimensão são tomadas enxergando o todo.
Presencial e teleconsulta: onde cada dimensão acontece
O acompanhamento acontece principalmente na Clínica Una, em Sousas, onde a consulta presencial reúne as duas dimensões no mesmo encontro: a avaliação cardiológica com exame físico e, para quem incluiu, a conversa da camada complementar na sequência natural da consulta.
A teleconsulta, quando a situação clínica permite, também tem o seu papel — especialmente na continuidade: retornos de acompanhamento, revisão de exames já realizados e a manutenção do fio da conversa entre encontros presenciais. A combinação dos dois formatos é definida caso a caso, sempre pelos critérios clínicos.
Perguntas rápidas sobre a convivência
Três dúvidas curtas que aparecem com frequência merecem resposta direta aqui:
- “Preciso decidir logo?” Não — o tema pode amadurecer ao longo de quantas consultas forem necessárias, sem nenhuma pressa;
- “Se eu não quiser, a consulta muda?” Não muda nada: o acompanhamento cardiológico é completo por si só e é idêntico para todos;
- “Posso experimentar e depois parar?” Pode — a camada complementar é reversível por natureza, e encerrar é tão simples quanto começar.
Por que uma cardiologista escolheu esse caminho
A trajetória da Dra. Catarina é integralmente convencional: graduação, residência em Clínica Médica pela UFMS, residência em Cardiologia pela Rede D’Or São Luiz, vivência hospitalar em enfermaria cardiológica, unidade cardiointensiva e CTI. Foi dentro dessa vivência que o interesse pelo cuidado integral amadureceu — a percepção, repetida em anos de consultório e hospital, de que cada quadro vive dentro de uma história, e de que a história importa para o cuidado.
A formação na metodologia BioFAO veio como expressão desse amadurecimento: uma forma estruturada de trabalhar o conjunto, dentro do consultório, sem abrir mão de nada do que a cardiologia é. Para ela, não se trata de escolher entre mundos — trata-se de oferecer, a quem quiser, um acompanhamento que una os dois. O artigo sobre o que é a BioFAO apresenta a metodologia em detalhe.
Um detalhe que faz diferença: a continuidade
Cuidado do coração é maratona, não corrida curta — e é na continuidade que a integração mostra o seu melhor argumento prático. Consultas pontuais, por melhores que sejam, fotografam momentos; um acompanhamento contínuo com duas dimensões filma a trajetória: vê os números evoluírem, os hábitos se moverem, a vida acontecer entre um encontro e outro.
Para o paciente, isso significa nunca recomeçar do zero. Cada retorno parte do que já foi construído — a história clínica, a leitura de conjunto, as conversas anteriores — e acrescenta uma camada nova. Com o tempo, forma-se algo que nenhuma consulta isolada oferece: uma relação de cuidado com memória, em que médica e paciente conhecem o caminho percorrido e enxergam juntos o próximo passo.
É esse tecido de continuidade que a Dra. Catarina considera o coração do próprio trabalho — e é dentro dele que as duas dimensões, a convencional e a complementar, se encontram com naturalidade.
Quando a camada complementar espera
Há um único cenário em que a resposta é objetiva: quadros agudos. Diante de sinais de emergência, o caminho é o pronto-socorro — nenhuma camada de acompanhamento, convencional ou complementar, substitui o atendimento de urgência. Fora isso, o encaixe da metodologia é conversa de consulta: caso a caso, no tempo de cada um.
Uma nota de transparência
Três registros que a Dra. Catarina faz questão de deixar claros, por respeito a quem lê: a BioFAO é uma formação complementar oferecida por instituição privada, e não constitui especialidade médica reconhecida pelo CFM; ela se soma ao acompanhamento cardiológico e não substitui a avaliação, o diagnóstico nem o tratamento convencionais; e nenhuma medicação deve ser alterada ou suspensa por conta própria — esse tipo de ajuste é sempre uma conversa para a consulta.
Cardiologia e BioFAO em Campinas
A Dra. Catarina Schiavo atende presencialmente na Clínica Una — Rua Avelino Silveira Franco, 149, Bloco A, Sala 402, em Sousas, Campinas — e também por teleconsulta, quando a situação clínica permite. Para conhecer o acompanhamento e conversar sobre o seu caso, é possível agendar uma consulta com a Dra. Catarina Schiavo em Campinas — a equipe confirma disponibilidade e orientações.
Quando procurar atendimento de emergência
Dor ou aperto intenso no peito, falta de ar súbita, suor frio, desmaio ou dor que irradia para o braço, a mandíbula ou as costas exigem avaliação imediata: procure o pronto-socorro mais próximo ou acione o SAMU pelo telefone 192. Diante de um quadro agudo, a orientação é sempre buscar atendimento de urgência.
Duas dimensões, um cuidado
No fim, a convivência entre cardiologia e BioFAO no consultório da Dra. Catarina é a expressão de uma convicção simples: cuidado bom é cuidado inteiro. A base convencional garante o rigor; a camada complementar, para quem a escolhe, acrescenta amplitude — e as duas juntas formam um acompanhamento que enxerga o coração e a pessoa ao mesmo tempo.
Este conteúdo tem finalidade exclusivamente educativa e informativa. Ele não substitui a consulta médica, o exame clínico, o diagnóstico, a indicação de tratamento ou a orientação individualizada. Condutas, exames e acompanhamento variam de pessoa para pessoa. Confirme as orientações com o profissional que acompanha o seu caso.